quinta-feira, 24 de julho de 2008

De volta, com todo o vigor!

Finalmente, atualizando!

Depois de ficar uma década (hipérbole à vista...) sem atualizar o diabinho do meu blog, cá estou eu com MUITA COISA pra dizer, contar, escrever, redigir, ironizar, whatever...


Bem, primeiro quero dizer que recentemente eu assisti no cinema o filme “Batman: The Dark Knight” (ou “Batman: O Cavaleiro das Trevas” em território tupiniquim). Assisti duas vezes. E quero dizer também que eu não vou falar sobre o filme neste post, vou criar um post só pra falar do novo filme do Morcego.


Agora eu pretendo falar da minha vida, cuja há muito não vinha escrever sobre. Vamos começar pelo período em que paramos: A Greve no trabalho (na verdade, foi só uma paralisação de 45 minutos, mas eu gosto de chamar de greve). Por conta dela, eu fui demitido e estou sem emprego desde o dia 27 de junho. Inventaram uma desculpa esfarrapada, mas eu sei que o real motivo foi eu ser um dos cabeças por trás da paralisação. GREVE! Já me chamaram de anarquista várias vezes...

Depois desse pequeno incidente, eu recebo a mensagem de minha querida mamãe: “A mãe (minha avó, claro) chega até dia 15 e quer a casa vazia”. Quando ela disse “casa vazia”, ela estava falando sério. Não só que saíssemos da casa dela (são 3 casas no mesmo lote), mas que saíssemos do lote inteiro. TODOS nós... até o podre do meu tio folgado. Mas, no fim das contas, até que as coisas fluíram bem. Só o maconheiro (meu querido irmão gordo) saiu e tudo ficou melhor por aqui. A vó chegou com o seu parceiro (o pedófilo/homossexual/traficante) e não fez nada. Está até bem feliz (na verdade, eu não sei bem, porque desde que ela chegou, só a vi de relance umas duas vezes). Enfim, voltei aos dois cômodos que morava há um tempo atrás e estou com minha mãe e irmã. Tirando os desenhos de maconha nas paredes (adivinha quem fez?), até que está bem confortável por aqui.


Isso leva a uma parte irônica da história: o meu tio salafrário ainda está aqui, mesmo que já tenha recebido as chaves do apartamento, nós ainda estamos aqui e a minha avó não expulsou ninguém. O Gordo Maconheiro está em outra cidade com minha tia porque não tem espaço pra ele aqui (eu mesmo iria, mas o marido dela não quis a minha companhia na casa dele por razões desconhecidas, mas imagináveis). Chegamos a um determinado porém... meu tio tem 3 meses para ocupar o apartamento dele ou irá perdê-lo, mas acredito que ele fique até o último dia para economizar. Mas caso ele saia antes do previsto, a casa automaticamente irá sobrar... Let me guess: com isso, a minha mãe vai chamar o Gordo de volta, pois infelizmente não haverá mais desculpas para que ele permaneça lá. Logo, eu terei de sair, pois chegou a um ponto que não dá mais pra conviver pacificamente com ele (convivíamos até agora por ele estar separado no “cafofo” dele). A minha relação com ele está cada vez mais perigosa e eu prevejo uma tragédia se convivermos sob o mesmo teto.


Resumindo o parágrafo acima: se meu tio sair, pior pra mim... (que destino cruel, não?)


Droga! Odeio falar de problemas familiares, acho que tenho de parar com isso. O engraçado é que alguns leitores do blog acham que o que eu escrevo é ficção, quão incomuns são as coisas que acontecem na minha vida.


Good, vamos falar de coisas melhores: relacionamentos... (eu ouvi um “Hum!”?)


Minha vida “relacionamental” está muito boa, sabe por quê? Porque estou praticamente namorando. Ih, acho que eu não devia dizer isso agora, vai que eu não namoro? Ah, foda-se (meu blog não é anti-palavrão).


Saí com a minha colega (eu ia falar amiga, mas ela já me descreveu como “colega”, então o troco está dado) e nós ... quer dizer... EU bebi um pouco, por causa da lei seca (haha, ela foi “o amigo da vez”). Aposto que você aí deve achar que eu fui reservado ao falar “bebi pouco”, mas quem me conhece sabe que eu falo a verdade. Eu não gosto da maioria das bebidas e só bebo uma “ice” e um vinho tinto de vez em quando, em poucas quantidades. Odeio cerveja. Ih, olha eu desviando do assunto de novo...


Resumindo tudo: Saímos e arranjamos companhia e dormi fora de casa por 3 dias...


Claro que não foi tudo no mesmo dia, eu ainda dormi na casa dela um dia e só dormi fora de casa duas semanas depois... como não atualizo o blog há tempos, não comentei.


“E os detalhes?” – Você deve estar de perguntando.


Ora, logo eu que sou tão detalhista não vou contar? Claro que NÃO! É intimidade demais pra eu falar num blog. (pensamento: e se eu tivesse um blog anônimo? Hum... não, deixa pra lá... mas e seu eu tivesse? Será? Não, não... deixa quieto... mas...)


Agora eu tenho alguém me ligando, e é tão bom! Mas eu não gosto de cachorros. Prefiro gatos. Gatos são interesseiros e só ficam com os donos que querem, só estão com você por abrigo e comida, mas são sinceros e todo mundo sabe que eles só estão lá por isso. Cachorros querem exatamente a mesma coisa, comida e abrigo. A diferença é que os cães fingem ser amigos para conseguir isso (além de um carinho), o que os torna hipócritas. Cachorros são claramente mais burros também. Chegando ao ponto de ficarem anos correndo atrás da própria cauda e perderem o abrigo e a comida garantida por fugir de casa sem saber pra onde ir e se perderem (gato nem precisa de coleira, pois sempre volta pra casa). Desvinculei do assunto de novo, né? Desta vez foi de propósito, quem sabe a história inteira vai entender...


Tenho que falar de uma coisa! Esses dias eu fui até a cidade onde passei boa parte da minha infância (a melhor parte dela), a cidade do... não vou dizer. Continuando: Eu dei uma volta pela manhã e há tempos não me sentia tão bem em um lugar. A nostalgia me contaminava, estava tudo lá, com pequenas alterações, os pássaros cantando, as árvores de jamelão, a leve brisa e o cheiro característico de ar puro, lá o clima é sempre bom, passei pelos dois lugares onde tive os maiores tombos de bicicleta da minha vida, fui onde eu e meus antigos amigos íamos brincar, fui no meu antigo bloco e procurei por amigos da época, mas eles estavam trabalhando... engraçado, antes era só escola, agora já estão trabalhando. Devo dizer que foi uma ótima experiência para meu espírito. Sentei em um banco perto da quadra e debaixo de uma árvore e, naquele instante, nada mais importava.


Agora eu vou ficando por aqui, pois este post já está grande demais.


Até a próxima e desculpem eu não poder contar tudo, talvez eu conte outra hora... talvez...


Abraços e não se preocupem, agora eu atualizarei o blog com muito mais freqüência.

Rôney Andrade.