
Ciclos
O silêncio me perfura
O vento me queima
E a escuridão me machuca.
Não ouça o que digo
Não leia o que escrevo
Não entenda meu semblante
Apenas me sinta.
Deixe-me ser o tempo que cura
Deixe de ser o medo de magoar
Deixe o som entrar
E me deixe sorrir pra você.
Pode ser e pode não ser...
A água continua a escorrer,
O vento continua a soprar
E eu continuo a me perder.
É assim quando o mundo se cala,
Pensamentos se curvam
E tudo se torna você...
Rôney Andrade.
24/01/11, às 17:03
Um comentário:
mt liindo o blog *-*
adorei mesmo, sucesso :*
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